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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Geração Z: Nativos Digitais




Você certamente se lembra dos tempos de colegial (ou Ensino Médio, dependendo da sua idade): era comum ver vários alunos em sono profundo durante aulas como Química, Física ou Matemática. Há, hoje, quem culpe o atual método de ensino por essas ocorrências, acusando-o de enfadonho e desinteressante, que falha em prender a atenção de um público volátil, caracterizado pelo dinamismo.


Hoje, a chamada "Geração Z" tem como maior característica o fato de estar online o tempo todo. Essa turma nasceu em uma realidade globalizada e convive com informações em escala mundial desde o berço. Pensando nessa mudança, alguns especialistas e acadêmicos decidiram que chegou a hora de uma "nova aula" para capacitar esses "novos alunos".


Muitos acadêmicos (coordenadores pedagógicos e professores) acham que o padrão atual, com alunos em silêncio e o professor ministrando o curso à frente de um quadro negro, precisa ser retrabalhado. Para eles, não é interessante que se mude tudo, mas adaptações bem grandes já viraram necessidade: "a lousa ainda é importante: como você vai ensinar Matemática sem ela?".



"A 'geração Z' é o que chamamos de 'nativos digitais', ou seja, já nascem tendo à mão smartphones, tablets e pacotes de dados e 3G pagos pelos pais". "É diferente da minha geração, por exemplo, que cresceu com apenas um televisor instalado na sala de jantar". Dino ainda diz que, pelo fato da geração "mandante" ser aquela mais antiga, certas regras foram passadas pelo ponto de vista deles: "existe uma lei estadual, por exemplo, que proíbe o uso de celular em sala de aula - o professor pode tomar o aparelho e devolver só quando terminar a aula. Isso conflita com os interesses da geração atual, que prefere se manter conectada o tempo todo com o que lhe interessa. Entretanto, mesmo essas pessoas mais antiquadas adotam a tecnologia quando enxergam a interatividade que ela pode promover entre eles e seus alunos".



Patricia Lopes da Fonte, autora do livro "Projetos Pedagógicos Dinâmicos: A Paixão de Educar e o Desafio em Inovar" (Editora WAK), diz que os alunos atuais anseiam pelo aprendizado que desafie seu conhecimento através de softwares e também pela web: "A Internet é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Essa motivação aumenta se o professor a faz em um clima de confiança, de abertura, de cordialidade com os alunos".


Mas, efetivamente, quais recursos da web estariam disponíveis para um uso mais pedagógico? . São vários os métodos, mas tomamos como exemplo, vídeo-aulas via Youtube, conversas pertinentes via Twitter, páginas oficiais no Facebook - até aquele LOLCat do gatinho na mesa de química. [LOLCat refere ao "Chemistry Cat", cujas piadas giram em torno de elementos químicos da tabela periódica ]".

fonte: Olhar Digital

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Geração BB está mais antenada



A geração nascida entre 1946 e 1964, os chamados Baby Boomers, tem se mostrado mais antenada. De acordo com uma pesquisa realizada pela Accenture, 25% dos entrevistados dessa faixa etária têm o costume de ler blogs ou ouvir podcasts, 28% estão em redes sociais e 36% assistem ou colocam vídeos na internet. Números superiores aos do ano passado, quando eram, respectivamente, 15%, 25% e 26%.

SAIBA MAIS O estudo mostra que não só as ferramentas de web 2.0 estão mais populares entre os mais velhos. No ano passado, 21% dos entrevistados ouviam música em dispositivos portáteis, agora são 31%. Os videogames também fazem parte dos novos hábitos dos baby boomers, sendo que 25% já possuem um console contra os 19% registrados no ano passado.

Enquanto 51% dos entrevistados da geração Y preferem o celular em relação aos outros dispositivos eletrônicos que possuem, 50% dos baby bommers continuam dando prioridade aos seus computadores pessoais (em uma comparação entre celulares, computadores pessoais, TV, console de jogos e câmeras digitais).

“A geração Baby Bommer cada vez se aproxima mais do mundo digital e os fornecedores começam a perceber essa tendência, por isso investem em interfaces mais amigáveis. Depois das gerações X e Y, os baby boomers estão buscando fechar a lacuna tecnológica criada nos últimos anos”, destaca Petronio Nogueira, líder da área de Mídia e Telecomunicações da Accenture, que realizou uma pesquisa com mais de três mil consumidores norte-americanos. “O mercado no Brasil reflete essa mesma tendência”, afirma.

Geraçao Y - Jornal da Globo

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